Trateremos do vídeo apontado acima como exemplo paradigmático da thread. O argumento central do Pastor nesse vídeo sofre de um problema hermenêutico clássico: a univocidade. Ele pressupõe que o ato de “se curvar”, “louvar” ou “entregar-se” tem sempre o mesmo peso ontológico, independentemente do objeto. Para ele, se eu me curvo diante de Deus eContinue reading “O porquê não considero Yago Martins uma boa fonte acerca do Cristianismo”
Author Archives: Noctua97
Estudos em Línguas: Português-1.3
Morfologia Uma vez estabelecido o panorama do estudo sonoro de uma língua e constituída a noção de vocábulo, isto é, a palavra tomada em seu sentido puramente material, quanto somente ao som que ela encerra, pode-se passar ao estudo das palavras como termos (em seu aspecto significativo). Esse é o domínio da morfologia; enquanto naContinue reading “Estudos em Línguas: Português-1.3”
Terminação Causal
Há vários problemas e paradoxos aos quais alguém pode chegar ao contemplar a noção de infinito. Problemas que foram amplamente reconhecidos pelos primeiros filósofos e usados para justificar conclusões posteriores. Ao refletir sobre o infinito, pode-se chegar a alguns desses paradoxos. Por exemplo, ao pensar na distância entre o ponto A e o ponto B:Continue reading “Terminação Causal”
Platão, Crátilo: Tese e Antítese
Tese e Antítese: Notas sobre o Crátilo de Platão Com respeito ao estatuto das línguas, mais particularmente de seus componentes — nomes e verbos — surge a questão de saber se eles são arbitrários ou se seguem algum tipo de semelhança natural conforme as essências das coisas. Sob essa tese da semelhança, poderíamos manter osContinue reading “Platão, Crátilo: Tese e Antítese”
Plato, Cratylus: Thesis and Antithesis
Thesis and Antithesis: Notes on Plato’s Cratylus With respects to the status of languages, more particularly their components: names and verbs. Whether they are arbitrary, or follow some kind of natural similarity according to the essences of things. Under this similarity thesis we could either keep names as mere representations or as a genuine expressionContinue reading “Plato, Cratylus: Thesis and Antithesis”
Exploring Infinity: Paradoxes, Philosophical Implications, and the Principle of Sufficient Reason
There are a number of problems and paradoxes one might a arrive at when contemplating the notion of infinity. Problems that have been amply agknowledged by the first philosophers and used to justify further conclusions. When engaging in thought about infinity one might arrive at some of these paradoxes, for example, thinking about the distanceContinue reading “Exploring Infinity: Paradoxes, Philosophical Implications, and the Principle of Sufficient Reason”
Epistemology
What does it mean to know? I am not a philosophy teacher. Nor do I yet have the necessary reading required to tackle such a question if any serious and credible answer is to be given. What then, is my business attempting to answer it prematurely? One thing I have found to be very helpfulContinue reading “Epistemology”
Estudos em Línguas: Português-1.2
Na fonética e fonologia, como previamente explicitado, o objeto central é o aspecto sonoro de um idioma, de qual deriva sua unidade fundamental: o fonema. Os fonemas não são exatamente uma reprodução exata dos segmentos enunciativos maximamente redutíveis de uma língua, no sentido de que não são representações objetivas, independentes de qualquer língua em particularContinue reading “Estudos em Línguas: Português-1.2”
Estudos em Línguas: Português-1.1
Trabalhar-se-á dentro das seguintes possíveis definições para o termo linguagem, termo em qual este texto se amparará como primeiro bloco construtivo em seu desenvolvimento, são duas: linguagem como todo sistema de signos cujo fim ultimo é comunicação; e como a capacidade própria humana de comunicação. A primeira definição abstrai do produto da segunda–as línguas, sistemasContinue reading “Estudos em Línguas: Português-1.1”
Thoughts on the Definition of Existence
In what concerns the nature of existence, two distinct definitions seem to be relevant. One defines it as a property, as something to be had by other subjects, the other in the broadest possible way as anything that is, anything that can ever come into one’s field of consciousness, such that by the mere factContinue reading “Thoughts on the Definition of Existence”